Expedição ao cânion do Rio Poti identifica áreas do tatu-bola

29 ago / 16 11 : 55 h

Identificar novas áreas de ocorrência do tatu-bola, mapear esses territórios, aprofundar pesquisas sobre o animal e propor a criação de uma Unidade de Conservação Pública e de Reserva Particular do Patrimônio Natural. Esses foram objetivos de uma expedição pioneira ao cânion do Rio Poti em Crateús e em localidades do vizinho Estado do Piauí. A iniciativa foi da Associação Caatinga, com apoio da Fundação Grupo o Boticário.

Durante dez dias deste mês de agosto, seis pesquisadores – biólogos, veterinários, geógrafos e técnicos com experiência em unidade de conservação -, do Ceará e Minas Gerais, fizeram incursões a partir da cidade de Crateús em direção ao cânion do Rio Poti e percorreram as localidades de Buriti dos Montes, Castelo Piauí e São Miguel do Tapuio. Trechos foram superados de carro, outros de caminhada e, em alguns  pontos, foi preciso a utilização de caiaque e barcos infláveis.

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